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terça-feira, 1 de novembro de 2011

Pottermore: Processo criativo dos brasões das casas de Hogwarts #1

By Leomastini

Pottermore: Processo criativo dos brasões das casas de Hogwarts #1 | Ordem da Fênix BrasileiraProcesso criativo dos brasões das casas de Hogwarts
No começo

O ponto introdutório para os brasões de cada casa foi o brasão de Hogwarts, que apareceu primeiramente nas páginas iniciais dos livros de Harry Potter e representa as quatro casas de Hogwarts. Esta arte original e as descrições de J. K. Rowling das casas foram usadas para inspirar quatro emblemas únicos para o Pottermore.

O processo

Os artistas começaram conversando sobre a melhor maneira de incluir os elementos naturais de fogo, terra, água e ar em cada casa; quais seriam as melhores posições e expressões para os animais; e a maneira mais efetiva de incluir as cores das casas nos designs finais.

O alvo principal deles durante o processo sempre foi fazer os brasões como símbolos dos quais os usuários escolhidos no Pottermore teriam orgulho de mostrar como símbolo de sua identidade Pottermore.

Para começar, três versões foram rascunhadas para o brasão de cada casa. A equipe então observou cada variação para ter absoluta certeza de que os detalhes e atributos para cada uma das casas fossem claramente representadas. O design que eles sentiam que fosse o mais forte dos três era selecionado para continuar ao próximo estágio do processo, que envolvia a adição de cores aos designs.

Pottermore: Processo criativo dos brasões das casas de Hogwarts #2

By Leomastini

Pottermore: Processo criativo dos brasões das casas de Hogwarts #2 | Ordem da Fênix Brasileira
GRIFINÓRIA


Série de rascunhos de Grifinória
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Como o leão é outro símbolo frequentemente encontrado na cultura popular, mais uma vez a equipe precisou focar em criar um reconhecível para o brasão da casa de Grifinória. Para todos os quatro brasões, as expressões faciais dos animais foram usadas para simbolizar características das casas (neste caso, coragem e cavalheirismo). Como pode ser visto nos rascunhos acima, os artistas tentavam capturar as expressões de um leão esperando para atacar, assim como um que estava no meio de um rugido.

Depois que os rascunhos iniciais foram examinados, ficou decidido que a cabeça do leão, com seu rosto forte e sua juba marcante, era o melhor design, já que o brasão que mostra o corpo parecia se desvencilhar das características poderosas do leão.

Processo de coloração de Grifinória

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Os brasões para os primeiros designs coloridos da Grifinória foram tratados com uma paleta de ouro e escarlate. Então os designs de fundo foram olhados com mais atenção para que o elemento fogo fosse mostrado da forma mais interessante. A equipe de arte concordou que a melhor versão era aquela que usava o fundo completamente vermelho, mas sentiram que ainda precisava da força do fogo mostrada nos outros designs.

O rabo contraído que escapa dos limites do brasão nas duas primeiras imagens foi julgado muito distrativo do poder de postura do ataque do leão e da expressão apavorante no seu rosto, então foi removido da versão final.

CORVINAL

Série de rascunhos de Corvinal

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Para Corvinal, os artistas tentaram permanecer fiéis à forma de uma águia, mas perceberam que não funcionava às vezes; o rascunho do meio, por exemplo, foi pensado para parecer muito mais com uma gaivota. Como a águia tem sido usada na mitologia através da história, os artistas também sabiam que poderia ser dificil fazer a águia deles instantaneamente reconhecível e original. Depois que os esboços foram finalizados, todos concordaram que a pose com asas esticadas era a melhor. Sentiram que a imagem do pássaro saindo das bordas do brasão mostrava a Corvinal em seu estágio mais forte possível: uma águia livre das bordas do escudo e pronta para levantar voo.

Processo de coloração de Corvinal

Interessantemente, Corvinal foi a única casa para a qual a equipe não criou várias opções de cor. A primeira versão colorida virou a versão final do brasão, já que imediatamente sentiram que tinham feito corretamente. Adicionaram azul ao elemento ar serpenteante no fundo, então coloriram a águia de bronze. Depois que a colocaram na estrutura prateada do brasão, sentiram que tinham capturado o espírito da Corvinal na primeira tentativa!

Os brasões finais
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O design final do brasão da casa Corvinal mostra correntes de ar azul ao redor da águia de bronze, enquanto o brasão da casa Grifinória foca no rosto poderoso do leão dourado, sua pata erguitda, e as chamas escarlates bruxuleantes ao fundo.

PotterMore: Processo criativo dos brasões das casas de Hogwarts #3

By Leomastini
LUFA-LUFA

Série de rascunhos de Lufa-Lufa
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O brasão da Lufa-Lufa se provou ser a criação mais difícil para a equipe. Há poucos detalhes sobre a casa Lufa-Lufa em “Harry Potter e a Pedra Filosofal” e eles estavam cientes que deveriam trabalhar um pouco mais duro para fazer o brasão ser autêntico e representativo à natureza da Lufa-Lufa. Houve também a questão de como fazer o texugo ser um animal feroz, para mostrar que os lufos não têm medo do trabalho árduo.

No primeiro brasão, é possível ver que o texugo está deitado em uma cama de folhas, mas a equipe sentiu que essa versão parecia muito “acessível” e inativa. O desenho em que o texugo está olhando para frente não pareceu um brasão tradicional e fez o animal parecer muito gentil. Foi finalmente decidido que o texugo mais fiel às qualidades da casa Lufa-Lufa era o único de quatro, posando para defender seu território e alertando os outros.

Processo de coloração de Lufa-Lufa

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Na arte acima, a cor amarela foi ligeiramente escurecida para adicionar certo foco, mas a equipe decidiu iluminar as versões finais para fazer o brasão ser o mais marcante possível. A silhueta do brasão foi pensada para ser mais forte quando o corpo inteiro fosse visto cercado por amarelo.

SONSERINA

Série de rascunhos de Sonserina
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A equipe de arte tentou inúmeras cobras para o brasão da Sonserina, já que eles queriam garantir que aquela que eles usassem não parecesse um tipo particular de serpente (como uma jibóia ou uma naja). A espiral da cauda foi outro ponto importante, uma vez que os artistas queriam que a cobra soasse natural, mas não inativa.

Processo de coloração de Sonserina
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A equipe tentou uma variedade de cobras verdes para o brasão - o padrão de pele foi alterado várias vezes para tentar conseguir o efeito certo. Por exemplo, na terceira versão, você pode ver um padrão de diamante (como uma víbora teria).

No final, porque eles queriam continuar verdadeiros as cores verde e prata da casa, a equipe trabalhou em uma cobra que parecesse que foi criada por um prateiro. Eles sentiram que isso trouxe vida ao brasão, especialmente quando combinado com as ondulações verdes no fundo, projetadas para acentuar o elemento água.

Os brasões finais


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O brasão da Lufa-Lufa foi concluído com fortes e vibrantes folhas amarelas e padronizadas para simbolizar o elemento terra. O texugo parece como se já trabalhasse muito, com sua postura mostrando que está pronto para a ação. (Uma curiosidade a ressaltar: o chefe de equipe da Atomhawk Design [responsável por criar todas as ilustrações do Pottermore] foi selecionado para a Lufa-Lufa e disse que tinha muito orgulho do seu brasão!).

Alguns da comunidade Sonserina no Pottermore já perceberam que o deles é o único animal que olha para a esquerda, enquanto que os brasões das outras casas têm os animais olhando para a direita. Essa foi uma decisão que apareceu durante os estágios finais de design, quando os brasões foram colocados juntos.

Gostariamos de aproveitar essa oportunidade para agradecer à Atomhawk Design por compartilhar o processo de design dos brasões das casas com a gente e esperamos que você tenha gostado dessa pequena bisbilhotada por trás das cenas do Pottermore.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

PotterMore: Principais Núcleos das Varinhas (Anotações do Olivaras #2)

By Leomastini

Fonte: http://www.ordemdafenixbrasileira.com/2011/08/conteudo-pottermore-as-anotacoes-de_29.html

[Conteúdo Pottermore] As anotações de Olivaras #2 | Ordem da Fênix Brasileira


- Principais Núcleos das Varinhas -

Ao começar minha carreira, quando via meu pai se esforçar com os materiais de péssima qualidade para os núcleos das varinhas, tais como por fios de pelos de um Cavalo-do-Lago, criei a ambição de descobrir os núcleos de maior qualidade e trabalhar apenas com eles quando chegasse a hora de entrar no negócio da família. E isso é o que eu fiz. Após muitos experimentos e investigação, conclui que só há três substâncias que produzem varinhas de uma qualidade tal, que me orgulharia em dar o meus ilustres nomes: pelo de unicórnio, fibra de coração de dragão e pena de fênix. Cada um desses materiais tão caros e raros possuem suas próprias propriedades que os fazem distintos. As seguintes notas resumem minha investição de cada um dos três Núcleos Supremos. Os leitores devem levar em conta que cada varinha é o produto de sua madeira, seu núcleo e a experiência e natureza de seu dono, e que as tendências de cada um deles podem contrariar ou superar o outro. Essas notas devem ser tomadas somente como uma generalização de um tema bastante complexo.

Unicórnio

O pelo de Unicórnio produz geralmente a magia mais consistente e está sujeito a um menor nível de desvios e bloqueios. As varinhas com núcleos de Unicórnio são as mais difíceis de utilizar para as Artes das Trevas. São as mais fieis de todas as varinhas, e normalmente permanecem unidas a seu primeiro dono com uma relação difícil de romper, independentemente se é uma bruxa ou um bruxo.

As desvantagens do pelo de Unicórnio são que não produzem as varinhas mais poderosas, embora possam compensar com a madeira da varinha, e que tendem a melancolia se não são usadas corretamente e o pelo pode “morrer”, necessitando de uma substituição.

Dragão

No geral, a fibra de coração de dragão produz as varinhas mais poderosas, e com elas se podem realizar os encantamentos mais chamativos. As varinhas de dragão tendem a aprender mais rápido que os outros tipos. Contudo, podem “virar a casaca” se são retiradas do dono original, sempre estabelecendo uma forte relação com o que as tem em posse no momento.

A varinha de dragão é a mais fácil de usar para as Artes das Trevas, embora não enfrentem por elas mesmas. Também, das três, é a que tem mais tendência a produzir acidente, devido ao seu temperamento.

Fênix

Esse é o tipo de núcleo mais raro. As penas de fênix podem produzir uma ampla gama de efeitos mágicos, embora podem levar mais tempo que as varinhas de Unicórnio ou de Dragão para demonstrar. São as que possuem uma maior iniciativa, às vezes atuam independentemente, uma qualidade que muitos bruxos e bruxas não gostam nada.

As varinhas de pena de fênix são sempre as mais desnorteadas na hora de escolher um dono, posto que a criatura que a produziu é uma das mais independentes e distantes do mundo. Essas varinhas são as mais difíceis de dominar e personalizar, e sua fidelidade é difícil de conseguir.

J. K. ROWLING
 
é isso falo!
 
 

domingo, 28 de agosto de 2011

PotterMore:Flexibilidade das Varinhas(Anotações do Olivaras #1)

By Leomastini

[Conteúdo Pottermore] As anotações de Olivaras #1 | Ordem da Fênix Brasileira

- Flexibilidade das Varinhas -

As seguintes informações em relação com a largura e a flexibilidade das varinhas foram retiradas de anotações sobre essa matéria feita por Don Garrick Olivaras, fabricante de varinhas.

Muitos dos fabricantes de varinhas simplesmente encontram varinhas para os bruxos segundo a relação entre a altura do bruxo e o comprimento da varinha. Essa medida rudimentar não leva em conta outras considerações importantes. Em minha experiência, as varinhas mais largas podem servir bem a magos mais altos, mas tendem a inclinar-se para as personalidades mais fortes e para aqueles que têm um estilo mais dramático e amplo. As varinhas mais bonitas produzem alguns encantos mais elegantes e refinados. Contudo, os diferentes aspectos da composição de uma varinha não deveriam ser considerados de forma isolada, e o tipo de madeira, seu núcleo e sua flexibilidade também podem contrariar ou potencializar os atributos do comprimento da varinha.

A maior parte das varinhas possuem um comprimento de 23 a 35,5 centímetros. Embora eu tenha vendido varinhas extremamente curtas (20 centímetros e inferiores) e varinhas muito largas (mais de 38 centímetros), essas são muito pouco comuns. No segundo caso havia uma peculiaridade física que fazia necessário o extremo comprimento da varinha. Contudo, as varinhas que são anormalmente curtas, são selecionadas a aqueles com carências no seu caráter, e não porque são muito pequenos fisicamente (muitos bruxos e bruxas baixos são escolhidos por varinhas largas).

A flexibilidade ou a rigidez de uma varinha denota seu grau de adaptação e seu desejo de mudar de dono, ainda que esse fator não deve ser considerado unicamente sem ter em conta a madeira, o núcleo e o comprimento, ou a experiência de vida e o estilo de magia do dono, tudo que deve combinar para fazer da varinha um instrumento único.

J.K. ROWLING

Falo!!



quinta-feira, 25 de agosto de 2011

PotterMore: O Fabricante de Varinhas

By Leomastini

Fonte: http://www.ordemdafenixbrasileira.com/2011/08/conteudo-pottermore-o-fabricante-de.html

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[Conteúdo Pottermore] O Fabricante de Varinhas | Ordem da Fênix Brasileira

O Fabricante de Varinhas

A família de Olivaras tem trabalhado com a fabricação de varinhas mágicas durante muito tempo. Dizem que o nome de Olivaras quer dizer “aquele que possui a varinha de oliveira”, o que sugere que o Olivaras original chegou na Grã-Bretanha vindo de um país mediterrâneo, já que as oliveiras não são nativas do Reino Unido. O senhor Olivaras crê que seus primeiros antepassados nesse país chegaram com os romanos, e montaram um posto (mais tarde uma loja) para vender aos magos britânicos cujas varinhas eram um desenho muito rudimentar e muito instável.

Se pode dizer que o senhor Olivaras é o melhor fabricante de varinhas do mundo, e muitos estrangeiros viajam a Londres para comprar uma de suas varinhas em vez de adquiri-las nas suas terras de origem. O senhor Olivaras cresceu no negócio familiar, e nele exibiu um precoce talento. Tinha a ambição de melhorar o núcleo e a madeira das varinhas usadas até agora e desde sua infância se afeiçoou, um pouco fanaticamente, com a ideia de encontrar a varinha ideal.

Antes de que o senhor Olivaras fizesse parte do negócio, os bruxos usavam uma grande variedade de núcleos nas suas varinhas. Frequentemente, um cliente levaria ao fabricante de varinhas uma substância mágica que estavam apegados, que tiveram herdado ou a que sua família tinha uma fé cega (como se vê no núcleo da varinha de Fleur Delacour). Contudo, o senhor Olivaras era um purista que insistia que as melhores varinhas não se obtêm colocando os bigodes de um Amasso (nem o talo de qualquer arbusto tremulante que alguma vez salvou o pai de um bruxo morrer envenenado, nem a juba de algum Cavalo-do-Lago que conheceu uma bruxa de férias na Escócia) no núcleo da madeira favorita do cliente. As melhores varinhas, pensava ele, teriam núcleos com substâncias mágicas imensamente poderosas, que se encerravam cuidadosamente nas madeiras especialmente selecionadas e que complementavam. O resultado deveria, então, completar-se encontrando um dono com que a varinha teria muita afinidade. Embora no princípio esse método revolucionário de fabricar varinhas foi recebido muito relutantemente, enfim ficou óbvio que as varinhas de Olivaras eram infinitamente superiores a qualquer outra que tivera sido fabricada anteriormente. Seus métodos de encontrar madeiras e substâncias para o núcleo, combinando-as e encontrando o dono ideal, são segredos sigilosamente guardados e muito bem protegidos contra os seus rivais.

Data de nascimento: 25 de Setembro
Varinha: anciã e fibra de coração de dragão, doze polegadas e três quartos, uma curvatura mínima.
Casa de Hogwarts: Corvinal
Habilidades especiais: um conhecimento sem igual quanto à arte de fabricação de varinhas.
Parentesco: pai bruxo, mãe nascida trouxa.
Família: casado, um filho e uma filha (falecida)
Atividades extras: nenhuma; sua profissão é sua obsessão.

Não deixem de entrar no site:

www.ordemdafenixbrasileira.com  lá vc encontra tudo sobre Harry Potter!

terça-feira, 23 de agosto de 2011

PotterMore:A inspiração para a Rua dos Alfeneiros

By Leomastini
Fonte: http://www.ordemdafenixbrasileira.com/2011/08/conteudo-pottermore-inspiracao-para-rua.html

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[Conteúdo Pottermore] A inspiração para a Rua dos Alfeneiros | Ordem da Fênix Brasileira

A inspiração para a Rua dos Alfeneiros

O nome da rua onde os Dursley moram é uma referência àquela planta mais suburbana, a privet bush [em inglês, Rua dos Alfeneiros é Privet Drive], que faz sebes puras ao redor de muitos jardins ingleses. Gostei da associação tanto de subúrbio quanto de fechamento, os Dursley serem tão convencidamente da classe média e tão determinadamente separados do mundo da magia. O nome da área onde vivem é "Little Whinging" que, mais uma vez, soa apropriadamente paroquial e desprezivo ["whinging" é um termo coloquial para "reclamar ou lamentar" no inglês britânico].

Mesmo que eu descreva a casa dos Dursley como grande e quadrada, condizendo com o status de Válter de diretor de uma companhia, quando escrevo sobre ela, inconscientemente visualizo a segunda casa em que vivi quando criança, que é, ao contrário, uma casa bem pequena e de três quartos no subúrbio de Wintervourne, perto de Bristol. Fiquei consciente disso na primeira vez em que entrei na Rua dos Alfeneiros, nº 4, que tinha sido construída nos estúdios Leavesden, e me encontrei em uma réplica exata da minha casa antiga, incluindo a posição do armário abaixo das escadas e a localização precisa de cada sala. Como nunca havia descrito minha casa antiga para o designer de set, para o diretor ou para o produtor, esta foi mais uma das experiências inquietantes que filmar os livros de Harry Potter me trouxe.

Por nenhuma boa razão, nunca fui apaixonada pelo número quatro, que sempre me atingiu como um número difícil e inclemente, e é por isso que coloquei-o na frente da casa dos Dursley.

J. K. ROWLING

domingo, 21 de agosto de 2011

PotterMore-Dursleys-O inicio

By Leomastini

Fonte: http://www.ordemdafenixbrasileira.com/2011/08/conteudo-pottermore-dursleys-o-inicio.html

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Dursleys - O Início

Os tios de Harry conheceram-se no trabalho. Petúnia Evans, que sempre tinha sido amarga sobre o fato de que seus pais pareciam dar mais valor à sua irmã bruxa que à ela, deixou a cidade de Cokeworth para estudar mecanografia em Londres. Isso ajudou-a a encontrar um emprego em um escritório, onde se encontrou com Válter Dursley, que não tinha nada mágico, mas era extremamente determinado e materialista. Grande e de pescoço curto, o executivo júnior era, para Petúnia, o arquétipo da virilidade. Ele não apenas era o que Petúnia buscava, sobretudo era deliciosamente normal. Possuia um carro perfeitamente normal, e queria viver uma vida completamente normal. Depois de sair algumas vezes com ele, nas quais Válter falou principalmente sobre si mesmo e suas previsíveis ideias sobre o mundo, Petúnia começou a sonhar com o momento em que ele colocaria um anel em seu dedo.

Quando, na hora certa, Válter Dursley pediu de joelhos na sala de estar de sua mãe para Petúnia se casar com ele, ela aceitou imediatamente. A única nuvem de temor no horizonte azul de Petúnia era o que seu noivo pensaria de sua irmã, que estava então estudando o último ano na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Válter era capaz de ver com maus olhos qualquer pessoa que passava a maior parte do tempo usando terno preto com sapatos marrom, o que ele pensaria de uma garota que passou a maior parte do tempo vestida com uma capa e praticando magia? Petúnia não queria sequer pensar nisso.

Petúnia confessou a verdade sobre Lílian durante um encontro, aos prantos, dentro do carro escuro de Válter, em frente ao bar onde ele tinha comprado alguma coisa para comer logo após o cinema. Para Válter, como já era esperado por Petúnia, foi uma surpresa, no entanto, ele respondeu solenemente que não reprovaria Petúnia pelo fato de ela ter uma irmã tão rara, e Petúnia caiu sobre ele com uma gratidão tão violenta que a salsicha que ele estava comento caiu sobre ele.

O primeiro encontro com Lílian, com seu namorado, James Potter, e o casal amoroso não foi nada bom, e a partir daí a relação foi de mal a pior. Tiago cometeu o erro de fazer graça para Válter, de mostrar isso. Válter tratava Tiago com condescendência perguntando o carro que ele dirigia. Tiago descreveu as raças de sua vassoura. Válter disse que feiticeiros supostamente viviam no desemprego. Tiago explicou o que era Gringotes, e que seus pais tinham juntado uma fortuna lá em ouro puro. Válter não sabia se ele estava brincando ou não, e ficou com raiva. A noite terminou com Válter e Petúnia deixando o restaurante irritados, depois que Lílian começou a chorar. James (um pouco envergonhado de si mesmo) prometeu se reconciliar com Válter, na primeira oportunidade.

O pedido de desculpas nunca aconteceu. Petúnia não quis que Lílian fosse sua dama de honra, já que ela estava cansada de sempre ficar sob a sombra da irmã, Lílian ficou bastante ressentida com sua irmã. Válter recusou-se a falar com Tiago durante o jantar, mas ele descreveu, de forma que Tiago podia ouvi-lo como um "mágico amador."

Depois de se casar, Petúnia tornou-se mais e mais parecida com Válter. Ela amava sua pequena casinha sob o número 4 da Rua dos Alfeneiros. Agora ela se sentia segura. Não havia objetos que se comportavam estranhamente, ou bules de chá que, de repente, assobiavam cantigas ao passar na frente, ou conversas sobre coisas que não entendia, com nomes como "quadribol" e "transfiguração". Ela e Válter decidiram não comparecer ao casamento de Lílian e Tiago. Seu último contato com Lílian foi o anúncio do nascimento de Harry, e Petúnia jogou fora, mas sem antes lançar um olhar de desprezo.

Embora Petúnia tenha crescido com uma bruxa, ela era muito ignorante quanto a magia. Ela e Válter compartilham a ideia um pouco errada de que serão capazes de ofuscar a magia do corpo de Harry, e na tentativa de se livrar das cartas que chegaram de Hogwarts, quando Harry tinha onze anos, ela e Válter contaram com a velha superstição de que os feiticeiros não podem ir por água. Não deveriam ter sido surpreendidos quando Hagrid chegou à cabine da ilha através de um mar tempestuoso, já que, na infância, Petúnia tinha visto inúmeras vezes Lílian pular riachos e saltar de pedra em pedra para atravessar rios.

                                                                                                     J.K .ROWLING

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Espero que vcs tenham gostado!!
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Até a proxima!